No dia 17 de setembro é celebrado o Dia Mundial da Segurança do Paciente, uma iniciativa global da Organização Mundial da Saúde (OMS) criada para ampliar a conscientização e incentivar ações capazes de reduzir danos evitáveis durante a assistência à saúde.
Em 2026, a campanha concentra a atenção em um desafio que acompanha bilhões de pessoas ao longo da vida. O tema escolhido pela OMS é “Cuidado seguro para doenças não transmissíveis”, com o slogan “Cuidado seguro para a vida!”.
No Brasil, essa mobilização também é difundida como Setembro Laranja. A Anvisa recomenda o uso da cor laranja em pontos de referência, espaços públicos e na iluminação de monumentos, pois a cor simboliza a campanha global do Dia Mundial da Segurança do Paciente.
Algumas dessas doenças podem evoluir de forma silenciosa, especialmente em suas fases iniciais, o que reforça a importância da prevenção, da avaliação médica e da investigação adequada. Quando indicados, exames de Diagnóstico por Imagem podem auxiliar na investigação e no acompanhamento de diversas doenças não transmissíveis abordadas pela campanha deste ano.
Exames realizados pela Clínica Rossetti, como Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia, Mamografia Digital e Raios-X Digital, podem auxiliar médicos e pacientes em diferentes etapas do cuidado, incluindo a investigação e o acompanhamento de doenças cardiovasculares, diferentes tipos de câncer, doenças respiratórias crônicas e outras condições de longa duração, sempre conforme indicação médica.
Esse compromisso vai além da realização de exames. Para a Clínica Rossetti, apoiar a segurança do paciente significa valorizar qualidade, informação, atenção aos detalhes e responsabilidade em cada etapa do Diagnóstico por Imagem, contribuindo para que médicos e pacientes disponham de informações importantes para o cuidado.
O tema escolhido pela OMS para 2026 está alinhado à nossa missão: o cuidado seguro e o Diagnóstico por Imagem de qualidade caminham juntos na construção de uma assistência à saúde cada vez mais responsável e centrada no paciente.
As doenças não transmissíveis (DNTs), frequentemente tratadas no Brasil no contexto das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), geralmente apresentam longa duração e podem exigir acompanhamento contínuo.
A OMS destaca quatro grandes grupos: doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas. Na campanha do Dia Mundial da Segurança do Paciente de 2026, a OMS informa que as doenças não transmissíveis respondem por cerca de 74% das mortes no mundo. O Ministério da Saúde, por sua vez, afirma que as DCNT representam a maior causa de morbimortalidade no Brasil e no mundo e monitora especialmente doenças cardiovasculares, neoplasias, diabetes e doenças respiratórias crônicas.
Como muitas dessas condições exigem acompanhamento durante anos, o paciente pode passar por consultas, exames, medicamentos e diferentes serviços de saúde. Essa continuidade aumenta a importância da comunicação, da integração das informações e de práticas seguras em toda a jornada.
As doenças cardiovasculares constituem um dos principais grupos de DCNT e abrangem condições que afetam o coração e os vasos sanguíneos, como hipertensão arterial, doença coronariana, insuficiência cardíaca e doenças cerebrovasculares.
O acompanhamento dos fatores de risco, a investigação de sintomas e o diagnóstico no momento oportuno fazem parte do cuidado dessas condições. Nesse contexto, segurança também significa reduzir falhas de comunicação e assegurar que os profissionais envolvidos disponham das informações necessárias para acompanhar o paciente.
O câncer também está diretamente contemplado entre os grandes grupos destacados pela OMS. Prevenção, detecção precoce, diagnóstico, tratamento e acompanhamento podem envolver diferentes especialidades e serviços de saúde. Quanto mais complexa essa jornada, maior a importância da integração das informações e de processos seguros.
A OMS informa na campanha de 2026 que, em algumas condições, como o câncer, até 1 em cada 3 pacientes pode apresentar eventos adversos durante o cuidado. Os exames de Diagnóstico por Imagem podem participar de diferentes momentos dessa trajetória, desde a investigação de uma alteração até o acompanhamento de uma condição já diagnosticada, conforme indicação médica.
O diabetes é outra importante doença crônica não transmissível e pode exigir acompanhamento durante toda a vida. Além do controle da própria doença, o cuidado pode envolver prevenção, identificação e acompanhamento de complicações que afetam diferentes partes do organismo.
Por isso, a segurança precisa estar presente continuamente, incluindo o uso adequado de medicamentos, acompanhamento profissional e realização dos exames indicados para cada situação.
As doenças respiratórias crônicas, como asma e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), também integram os grandes grupos destacados pela OMS. Prevenção, reconhecimento de alterações, diagnóstico adequado, tratamento e acompanhamento podem fazer parte de um processo que se estende por muitos anos.
Embora doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas sejam os quatro grandes grupos tradicionalmente destacados pela OMS e monitorados pelo Ministério da Saúde no contexto das DCNT, a agenda internacional das doenças não transmissíveis é mais ampla. A Declaração Política adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2025 ampliou expressamente o escopo para contemplar outras áreas e condições relevantes, entre elas:
Essas áreas não devem ser confundidas com os quatro grandes grupos tradicionalmente destacados na vigilância brasileira de DCNT. O ponto em comum é a necessidade de prevenção, acesso a cuidado seguro e de qualidade e, em muitas situações, acompanhamento prolongado e integração entre diferentes profissionais e serviços de saúde.
Um aspecto central da campanha de 2026 é que a segurança não se limita ao tratamento. A OMS destaca riscos ao longo de todo o cuidado, desde prevenção, detecção precoce e diagnóstico até tratamento, acompanhamento de longo prazo e autocuidado.
A campanha de 2026 enfatiza a redução de riscos em todo o contínuo do cuidado, o fortalecimento de sistemas de saúde integrados e a participação das pessoas que vivem com doenças não transmissíveis como parceiras no cuidado. A OMS também chama atenção para fontes de dano evitável, como atrasos diagnósticos, erros relacionados a medicamentos, infecções associadas à assistência e uso inseguro de dispositivos médicos.
No Diagnóstico por Imagem, a segurança está presente em diferentes etapas: identificação correta do paciente, conferência do exame solicitado, conhecimento de informações clínicas relevantes, orientações de preparo quando necessárias e adoção de processos adequados durante a realização e disponibilização dos resultados.
A campanha de 2026 reforça que pessoas que convivem com doenças não transmissíveis devem ser parceiras na construção de um cuidado mais seguro. Informar medicamentos utilizados, alergias, cirurgias anteriores, condições de saúde e exames já realizados pode contribuir para uma assistência mais adequada.
No Brasil, o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), do Ministério da Saúde, incentiva a participação de pacientes e familiares, além de estabelecer estratégias para promover práticas mais seguras e reduzir eventos adversos nos serviços de saúde.
O PNSP, instituído pelo Ministério da Saúde em 2013, tem como objetivo contribuir para a qualificação do cuidado em todos os estabelecimentos de saúde do território nacional. Segurança, portanto, é um compromisso que alcança consultas, exames, tratamentos e diferentes formas de assistência.
Para a Clínica Rossetti, apoiar a conscientização sobre segurança do paciente significa valorizar informação, qualidade, atenção aos detalhes e participação do paciente durante sua jornada de cuidado.
Diagnóstico por Imagem com qualidade e segurança em cada etapa do cuidado.