A regeneração do fígado é o processo de substituição do tecido hepático danificado ou perdido.
O fígado é o único órgão visceral com capacidade de regeneração, podendo se regenerar após hepatectomia parcial ou lesão causada por agentes hepatotóxicos, como certos medicamentos, toxinas ou substâncias químicas.
Apenas 10% da massa hepática original é necessária para que o órgão regenere seu tamanho original.
Ademais, o fígado consegue restaurar qualquer massa perdida e ajustar seu tamanho ao do organismo.
Nesse artigo será apresentado como ocorre essa regeneração e em quais casos.
O fígado desempenha mais de 500 funções importantes, desde filtrar o sangue e processar nutrientes até combater infecções, pois é o responsável pela produção da bile e proteínas essenciais para o organismo.
Muitas doenças podem danificar o fígado a ponto de comprometer seu funcionamento, algumas, inclusive, podendo ser fatais.
Além disso, ele desempenha as seguintes funções:
As doenças que podem afetar o fígado são:
Os principais sintomas das doenças hepáticas são:
Quando a doença hepática está mais avançada e a função do fígado diminui, você pode desenvolver muitos outros sintomas, como:
Para um diagnóstico de doença hepática, solicita os seguintes exames:
Esses exames são indicados quando o médico precisa avaliar as condições as lesões ocasionadas pelas doenças causaram no fígado.
Em clínicas como a Rossetti, os exames de ultrassonografia hepática, tomografia computadorizada e elastografia são feitos com protocolos modernos e entrega digital de resultados.
A ultrassonografia hepática é um exame de imagem não invasivo e seguro que usa ondas sonoras para criar imagens detalhadas do fígado e órgãos próximos, como vesícula biliar e vias biliares, avaliando tamanho, forma, textura e fluxo sanguíneo.
A tomografia computadorizada é um exame avançado que usa raios-X e computadores para criar "fatias" detalhadas (imagens seccionadas e 3D) visualizando ossos, órgãos, tecidos moles e vasos sanguíneos com alta precisão.
A elastografia é um exame de imagem não invasivo, similar ao ultrassom, que mede a rigidez do fígado para avaliar doenças crônicas.
Já a cintilografia hepática é exame da medicina nuclear que usa um radiofármaco injetado na veia para avaliar a função, estrutura e fluxo da bile no fígado e baço.
A Clínica Rossetti é o lugar ideal para a realização de seus exames.
Ela conta com radiologistas certificados e especializados, que fornecem aos pacientes informações de
diagnósticos rápidas e precisas, além de outros tipos de exames.
Inicialmente cumpre informar que há muitos tratamentos para diversas doenças do fígado, incluindo medicamentos e cirurgia.
O tratamento mais comum e importante para doenças hepáticas é a mudanças na dieta e no estilo de vida.
Se a doença hepática atingir um estágio avançado, será necessário um transplante de fígado.
O fígado é capaz de se regenerar após uma hepatectomia parcial e danos causados por hepatotoxinas ou infecção.
Isso ocorre, pois as células hepáticas são impulsionadas a se multiplicar e crescer.
Após um ferimento físico/químico, o processo de regeneração do fígado acontece em três fases: iniciação, proliferação e terminal.
Todas as células hepáticas se comunicam, o que as mobiliza a sair do repouso e começar o processo de divisão.
Isso ocorre em etapas como:
Esse processo de regeneração é o que possibilita o transplante de fígado entre pessoas vivas, pois o doador vai recuperar naturalmente seu estado hepático.
O doador vivo de transplante de fígado se regenera muito rapidamente, de forma bastante acelerada.
Em cerca de 15 dias, aproximadamente 70% ou mais da função hepática já esteja restabelecida.
Acredita-se que, entre 2 a 3 semanas após o transplante, o receptor já apresente uma reserva funcional de aproximadamente 50%.
A recuperação do receptor é mais lenta e por isso será preciso fazer uso de medicamentos imunossupressores para evitar a rejeição, o que acaba interferindo no metabolismo como um todo.
Há casos da retirada de até 75% do fígado e o restante, a quarta parte do órgão, é capaz de regenerar-se, se estiver em boas condições e volta gradualmente a exercer todas as suas funções.
Ter hábitos saudáveis favorece o bom funcionamento, a saúde do órgão e evita lesões causadas por doenças hepáticas.
Ademais, condições como fígado gorduroso, insuficiência hepática e fibrose é possível ocorrer a reversão.
Em suma, muitas doenças podem afetar o fígado, tais como: esteatose (gordura no fígado), hepatites (A, B, C, etc.), cirrose, câncer de fígado e doenças autoimunes/hereditárias.
Trata-se de um órgão com capacidade de regeneração, podendo se regenerar após hepatectomia parcial ou lesão causada por medicamentos, toxinas ou substâncias químicas.
Além disso, a regeneração pode ocorrer quando o órgão está sobrecarregado de gordura, é a retirada de alimentos e álcool que causam essa condição.
Por outro lado, nos casos de transplante entre pessoas vivas, o doador tem a regeneração do órgão em cerca de 15 dias e aproximadamente 70% ou mais da função hepática já esteja restabelecida.
Já o receptor a recuperação é mais lenta e o uso de medicamentos imunossupressores são essenciais para evitar a rejeição do órgão.
Diante de todo o exposto, seguir uma dieta saudável, com vegetais e gorduras boas, prática de exercícios físicos são medidas necessárias para a manutenção da saúde do fígado e também como tratamento para doenças como esteatose hepática (gordura).