O câncer de pele, por ser o tumor mais comum que existe, merece atenção redobrada. De fato, trata-se de uma doença que envolve o crescimento de células anormais.
Além disso, o câncer aparece quando as células que deveriam morrer permanecem no organismo, impedindo, assim, que novas células surjam.
Nesse contexto, os raios ultravioletas da luz solar aceleram o crescimento dessas células, embora elas possam ou não ser cancerosas. Por outro lado, quando o câncer de pele é identificado logo no início, felizmente, as chances de cura são elevadas.
O aparecimento de câncer de pele ocorre mais em mulheres antes dos 50 anos e homens
após os 50 anos.
A predominância maior ocorre em pessoas brancas, no entanto, o diagnóstico posterior ocorre
somente em pessoas com tons de pele mais escura.
Independente disso, qualquer pessoa pode ter a doença sobretudo se apresenta:
Há três tipos principais de câncer de pele:
Outros tipos de câncer de pele:
O principal sintoma do câncer de pele é a mudança de crescimento de pintas já existente ou não.
No entanto, pode-se listar os seguintes sintomas:
Para confirmar a suspeita de câncer de pele será solicitada a realização de uma biópsia.
Por meio da biópsia é possível confirmar se a mancha é considerada câncer.
Os estágios do câncer de pele variam do estágio 0 ao estágio IV.
Quanto maior o número, mais o câncer se espalhou e mais difícil é tratá-lo.
1º Estágio: O melanoma está apenas na camada superior da pele
2º Estágio: O melanoma é de baixo risco e não há evidências de que tenha se espalhado, sendo curável por meio de cirurgia
3º Estágio: Apresenta algumas características que indicam que é provável que volte
4º Estágio: O melanoma se espalhou para os gânglios linfáticos próximos ou para a pele próxima
5º Estágio: O melanoma se espalhou para linfonodos ou se espalhou para órgãos internos
O tratamento depende do estágio do câncer, em alguns casos a biópsia pode remover todo o tecido canceroso se ele for pequeno e limitado à superfície da sua pele.
No entanto, em outros casos o tratamento pode consistir:
Crioterapia: É utilizado nitrogênio líquido para congelar o câncer de pele e as células mortas se desprendem após o tratamento.
Cirurgia excisional: O tumor é removido e parte da pele saudável ao redor para garantir que todo o câncer tenha desaparecido.
Curetagem: É usado um instrumento com uma borda afiada e em forma de laço para remover células cancerígenas enquanto raspa o tumor. Após usa-se uma agulha elétrica para destruir quaisquer células cancerígenas restantes.
Quimioterapia: A quimioterapia é a utilização de medicamentos aplicados diretamente na pele, limitado a camada superior da pele ou por meio de ingestão de comprimidos.
Imunoterapia: São medicamentos para fortalecer o sistema imunológico a matar células cancerígenas.
Radioterapia : É o uso da radiação para matar células cancerígenas ou impedir que elas cresçam e se dividam.
Terapia fotodinâmica: A pele é coberta com medicamentos no qual ativa com uma luz fluorescente azul ou vermelha. Essa terapia destrói células pré-cancerígenas.
Geralmente a quimioterapia para câncer de pele pode levar a náuseas, vômitos, diarreia e perda de cabelo.
Outros efeitos colaterais podem ocorrer, tais como:
O câncer de pele pode ser prevenido.
A melhor maneira de se proteger é evitar muita luz solar e queimaduras solares.
Os raios UV do sol danificam a pele e com o tempo pode levar ao câncer de pele.
Para a efetiva prevenção a orientação é:
O uso de proteção é importante, mas o acompanhamento de qualquer alteração na pele, como tamanhos de pintas, forma ou cor, bem como novas manchas é primordial.
Deve-se verificar também o couro cabeludo, orelhas, palmas das mãos, solas dos pés, entre os dedos, área genital e entre as nádegas.
O câncer de pele é o tumor mais comum que existe, sendo o melanoma o tipo mais grave.
Atualmente, ele corresponde a cerca de 33% dos diagnósticos de câncer. De maneira geral, trata-se de uma doença caracterizada pelo crescimento de células anormais.
No entanto, muitas pessoas não dão a devida atenção a lesões na pele e, infelizmente, quando o diagnóstico é feito, o câncer já pode estar em estágio avançado, inclusive com metástase em outras regiões do corpo.
Por outro lado, é possível prevenir o câncer de pele evitando a exposição excessiva aos raios UV-B e UV-A, além de evitar o uso de camas de bronzeamento artificial.
Além disso, o uso de chapéu e protetor solar são os principais instrumentos de proteção. Por isso, é fundamental seguir a orientação de especialistas e monitorar alterações na pele, como manchas, pintas, mudanças de formato, tamanho ou cor, e, sobretudo, o surgimento de novas pintas.