O colesterol é uma substância semelhante à gordura, encontrada em todas as células do seu corpo.
Importante ressaltar que ele tem um papel importante no funcionamento do corpo, pois produz hormônios, vitamina D e substâncias que ajudam a digerir os alimentos.
O corpo produz o colesterol, no entanto, ele também é encontrado em alimentos de origem animal, como gema de ovo, carne e queijo.
Importante considerar que o fígado produz cerca de 70%, o restante é adquirido por meio da alimentação.
Desse modo, quando é realizada uma dieta para a redução, a diminuição é limitada.
Se a pessoa for de alto risco, mesmo adotando práticas saudáveis como alimentação rica em fibras e pobre em gorduras, atividade física, muito provavelmente será necessário o uso de medicamentos.
O colesterol é uma lipoproteina, ou seja, uma combinação de gordura (lipídio) e proteína.
Encontramos três tipos de lipoproteína:
Os tipos de gordura na dieta ajudam a determinar a quantidade de colesterol total, HDL e LDL na corrente sanguínea.
Os tipos e a quantidade de carboidratos na dieta também desempenham um papel importante.
O colesterol nos alimentos também tem sua relevância.
Alguns estudos científicos mostram uma relação fraca entre a quantidade de colesterol que uma pessoa consome e seus níveis no sangue.
Os pesquisadores de Harvard descobriram que consumir cerca de um ovo por dia não estava associado a um maior risco de doença cardíaca.
No entanto, pessoas com doenças cardíacas ou diabetes devem monitorar o consumo de ovos.
Para a maioria das pessoas, a quantidade ingerida tem apenas um impacto modesto na quantidade de que circula no sangue.
A causa mais comum é um estilo de vida pouco saudável, como:
Outro tipo, a gordura trans, está em alguns alimentos fritos e processados.
Outras condições médicas e certos medicamentos também podem aumentar colesterol.
Uma variedade de coisas pode aumentar o risco de colesterol.
Idade: Os níveis tendem a aumentar à medida que envelhecemos.
Embora seja menos comum, pessoas mais jovens, incluindo crianças e adolescentes, também podem ter colesterol alto.
Ainda que menos comum, é possível que crianças tenham um colesterol elevado.
Um fator de risco para as crianças é a genética.
Os filhos de pais com histórico de colesterol alto, muito provavelmente desenvolverão essa condição quando adultos.
Isso podemos chamar de hipercolesterolemia familiar (HF), em que o colesterol LDL se apresenta em níveis elevados já na infância.
Caso essas crianças não recebam o tratamento adequado antes dos 50 anos, correm o risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
Os depósitos de gordura nas artérias, ocasiona formação de placa, no qual causa a formação de um coágulo de sangue.
Se o coágulo se tornar grande o suficiente, pode bloquear o fluxo sanguíneo em uma artéria coronária.
O sangue rico em oxigênio para o músculo cardíaco for reduzido ou bloqueado, pode causar angina (dor no peito) ou ataque cardíaco.
A placa também pode se acumular em outras artérias do corpo, incluindo as artérias que levam sangue rico em oxigênio para o cérebro e os membros.
Isso pode levar a problemas como doença da artéria carótida, acidente vascular cerebral e doença arterial periférica.
As taxas ideais podem sofrer ligeiras variações de um indivíduo para outro.
São elas:
A redução da gordura ocorre principalmente por meio de mudanças no estilo de vida.
Deve-se incluir um plano de alimentação saudável para o coração, controle de peso e atividade física regular.
Se as mudanças de estilo de vida não reduzirem, será necessário a utilização de medicamentos.
Existem vários tipos de medicamentos para baixar o nível, incluindo estatinas.
Algumas pessoas têm dores musculares devido às estatinas.
No entanto, dieta e exercício ainda serão importantes, mesmo com o uso do medicamento.
Alguns alimentos conseguem diminuir a gordura ruim, são eles:
Importante também escolher leite com baixo teor de gordura como iogurte e outros produtos lácteos ou bebidas de soja.
A ingestão de peixes (fresco ou enlatado) deve ser realizado pelo menos duas vezes por semana.
Algumas pessoas acreditam que cortar completamente os laticínios é a opção mais segura, mas isso não é verdade.
Os alimentos lácteos são uma parte importante da dieta e contribuem com muitos nutrientes essenciais, especialmente o cálcio.
Por fim, deduzimos que o colesterol é fundamental para o funcionamento do corpo, produzindo hormônios e vitamina D.
Ocorre que 70% dele é produzido pelo fígado e o restante adquirido por meio da alimentação.
Para isso deve-se adotar uma alimentação que favoreça a produção do colesterol bom "HDL", ingerindo gorduras presentes no azeite, azeitona, óleo de canola, nozes, avelã, castanhas, peixes ricos em ômega 3, sementes de girassol, sementes de gergelim e abacate.
Desse modo, ele é essencial a vida, por isso deve-se privilegiar sempre alimentos ricos em gorduras saudáveis.
Gostou deste conteúdo? Saiba mais sobre saúde e bem-estar no Blog da Clínica Rossetti.