A dor crônica é aquela que dura mais de 3 meses ou perdura por mais tempo que o normal.
Trata-se de uma dor persistente, diferente da dor aguda, que aparece com maior intensidade e geralmente não dura muito.
É uma condição complexa e a dor pode variar de leve a grave e é geralmente sentida na maioria dos dias.
A dor crônica é o principal sintoma de lesões, infecções ou doenças.
Os tipos comuns de dor crônica incluem:
A dor crônica é complexa, pois pode derivar de diversas causas.
Pode ser de uma condição de longa duração, como câncer ou artrite reumatoide, que leva à dor.
Por outro lado, é mais difícil encontrar, já que pode haver vários fatores que pode contribuem
para a dor.
Medir a dor é algo muito complexo, por isso a sua medição deve ocorrer com base na gravidade que afeta as atividades cotidianas do paciente, tal como capacidade para dormir, satisfação geral com a vida, etc.
Desse modo, é muito subjetivo o tamanho da dor que cada paciente sente e depende do que ele realmente relata.
Alguns fatores são responsáveis pelo aparecimento da dor crônica:
O principal sintoma da dor crônica é latejar, em alguns casos pode ter rigidez e sensação de queimação.
Ocorre que a dor crônica pode levar a outros sintomas como:
Importante ressaltar que uma dor é considerada como crônica se ela durar ou aparecer por mais
de três meses.
A dor geralmente é um sintoma, nesse caso a investigação pelo qual essa dor aparece é fundamental
para ter um diagnóstico.
O inicio da investigação ocorre por meio de exames preliminares, tais como:
Já é sabido pelos especialistas que para combater a dor crônica é necessária uma combinação de terapias que pode resultar em uma redução mais significativa da dor do que depender apenas um tratamento.
Para o gerenciamento da dor é abordado:
- Mudanças no estilo de vida, como controle de peso, controle do estresse e atividade física.
- Fisioterapia
- Terapia cognitivo-comportamental
- Massoterapia e meditação
- Injeções de esteroides e injeções de toxina botulínica
- Medicamentos
O uso de medicamentes é comum para combater a dor crônica, principalmente com os opioides.
Ocorre que está sendo reavaliado a prescrição de opioides em razão da dependência desse medicamento.
Um novo tratamento é o chamado de terapia de reprocessamento da dor, que adota uma abordagem comportamental para eliminá-la.
Nesse tratamento, os pacientes são orientados pelos terapeutas a entender o que causa a dor crônica e reavaliar a sensação que consideram dolorosas.
O objetivo desse tratamento é auxiliar na percepção dos sinais da dor e reprocessar de modo a deixar que seja menos ameaçadora pelo cérebro.
Outro tratamento é a chamada ablação nervosa, um procedimento no qual os nervos ao redor de uma área de dor são anestesiados com medicamentos e, em seguida, danificados propositalmente.
Os médicos, por sua vez, injetam uma substância química ao redor dos nervos ou os aquecem suavemente para que eles não possam mais enviar sinais doloridos. Esse procedimento já é utilizado na coluna vertebral, mas agora é utilizado também para outras partes do corpo.
Um outra alternativa de tratamento para a dor crônica é a neuromodulação.
Esse é um método que consiste em usar eletricidade para estimular os nervos da área dolorida de modo alterar ou bloquear os sinais de dor.
Essa técnica pode utilizada para dores agudas pós-cirúrgica nos casos de substituição de articulações do joelho.
Em suma, podemos considerar que a dor crônica é aquela que dura mais de 3 meses ou perdura por mais tempo que o normal.
A dor não é uma doença, mas um sintoma e o grande desafio para os especialistas é descobrir o que causa a dor.
A medição da dor é muito subjetivo e completo, pois os médicos dependem apenas da fala do paciente.
A dor crônica pode surgir de várias causas tais como neuropática, inflamatória, visceral, etc.
Para a investigação da dor, muitos exames devem ser realizados como exames de imagem, de sangue e
outros mais específicos.
O tratamento convencional combina terapias como injeções de esteroides, fisioterapia e medicamentos à base de opioides.
Para evitar a dependência de medicamentos opioides, tem surgido novos tratamentos para o alívio e eliminação da dor crônica, como a terapia de reprocessamento da dor, ablação nervosa e a neuromodulação.
Todos esses tratamentos são alternativas para evitar o uso de opioides, sendo a luz para um futuro sem uso de medicamentos.