Primeiramente, é importante pontuar que a falta de ar tem muitas causas diferentes e a mais comum é a ansiedade ou crise de pânico, no entanto, também pode ser causada por problemas cardíacos ou pulmonares e qualquer um desses processos podem dificultar a respiração.
Neste sentido, é importante saber diferenciar a falta de ar, que decorre de transtornos da ansiedade, da falta de ar que pode ser causada por problemas cardíacos ou pulmonares.
Inicialmente, os transtornos de ansiedade são condições psiquiátricas comuns com uma prevalência ao longo da vida
Ou seja, esses distúrbios são crônicos, e afetam vários aspectos da vida.
Os transtornos da ansiedade possuem os sintomas:
O diagnóstico de ansiedade é geralmente feito por um psiquiatra e envolve uma avaliação cuidadosa dos sintomas, além do histórico médico, bem como informações sobre a vida do paciente.
Para o diagnóstico da ansiedade é feito uma avaliação inicial sobre a saúde mental (para descartar causas médicas subjacentes aos sintomas de ansiedade), é solicitado exame físico como testes laboratoriais para verificar se não há outras condições médicas que contribuem para os sintomas.
Desse modo, o diagnóstico de ansiedade é baseado nos sintomas e devem atender a critérios específicos, como duração e gravidade dos sintomas.
Com o diagnóstico, há três tipos de tratamento que são:
Deste modo, para controlar a ansiedade e evitar que gere uma crise de ansiedade, algumas medidas podem ajudar como exercícios físicos diários, alimentação balanceada, cuidar da qualidade do sono e técnicas de relaxamento.
Não havendo indícios para a configuração da ansiedade, outras causas, mais graves passam a ser analisadas, como:
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é uma doença pulmonar inflamatória crônica que causa obstrução do fluxo de ar dos pulmões.
Ou seja, é uma doença que afeta principalmente adultos de meia-idade ou idosos que fumam, sendo que muitas pessoas não percebem que têm.
Por esse motivo, os problemas respiratórios tendem a piorar gradualmente ao longo do tempo.
As pessoas portadoras da doença pulmonar obstrutiva crônica correm maior risco de desenvolver doenças cardíacas, câncer de pulmão e uma variedade de outras condições.
A principal causa da doença pulmonar obstrutiva crônica é o tabagismo.
Neste sentido, os fatores de risco para a doença é a exposição à fumaça do tabaco, asma, exposição ocupacional a poeira e produtos químico, exposição poluição e também o fator genético.
Os sintomas podem incluir:
Para o diagnóstico é pedido um exame físico e testes de respiração.
Por fim, o tratamento para a doença consiste em reabilitação pulmonar, inaladores e medicamentos e em casos mais graves onde os sintomas não são controlados a intervenção médica ou transplante de pulmão.
A fibrose pulmonar idiopática é uma condição na qual há o espessamento e enrijecimento dos tecidos pulmonares e a respiração se torna cada vez mais difícil.
Não está claro o que causa isso, mas geralmente afeta pessoas com cerca de 70 a 75 anos e é raro em pessoas com menos de 50 anos.
A exposição a certos tipos de poeira, como poeira metálica ou de madeira, infecções virais e ser fumante são fatores de risco para o aparecimento da doença.
Os sintomas podem incluir:
Além disso, outro sintoma típico são pontas dos dedos inchadas.
O tratamento inclui a cessação do tabaco, alimentação saudável e prática de exercícios físicos regular, bem como medicamentos e reabilitação pulmonar.
A insuficiência cardíaca ocorre quando o músculo cardíaco não bombeia o sangue adequadamente.
Quando isso acontece, o sangue se acumula e pode haver acúmulo de líquido nos pulmões, causando falta de ar.
Algumas doenças cardíacas, com o tempo, enfraquecem ou enrijecem o coração, impedindo-o de se encher e bombear sangue adequadamente.
Essas doenças incluem o estreitamento das artérias do coração e a hipertensão arterial.
Os sintomas de insuficiência cardíaca podem incluir:
O tratamento é a perda de peso, praticar exercícios, reduzir o consumo de sal, controlar o estresse e uso de medicamentos.
O câncer de pulmão decorre da produção descontrolada de células que sofreram mutações.
As células danificadas que se dividem descontroladamente surgindo tumores, de tecido que, eventualmente, impedem o funcionamento adequado dos órgãos.
Os principais sinais da doença são:
A tosse ou pneumonia recorrentes após o tratamento podem ser um sinal precoce de câncer de pulmão.
O principal fator de risco é o tabagismo, bem como a exposição à fumaça passivamente.
Ademais, o câncer de pulmão pode ser confundido com outros tipos de doença.
Por isso, os exames para a confirmar a doença são de sangue, tomografia" title="Tomografia computadorizada – Clínica Rossetti">tomografia computadorizada e, em seguida, uma biópsia.
A falta de ar pode, sim, surgir em crises de ansiedade ou pânico.
No entanto, quando ela persiste, piora aos esforços, aparece ao deitar ou vem acompanhada de chiado, tosse, dor no peito, cansaço intenso ou inchaço, é essencial investigar causas cardíacas e pulmonares.
Afinal, condições como DPOC e fibrose pulmonar idiopática podem evoluir de forma silenciosa e, ainda assim, reduzir gradualmente a capacidade respiratória.
Da mesma forma, a insuficiência cardíaca pode provocar acúmulo de líquido nos pulmões e, consequentemente, intensificar a dispneia.
Além disso, o câncer de pulmão pode se confundir com infecções recorrentes, enquanto sinais como tosse com sangue, rouquidão e perda de peso exigem atenção imediata.
Por isso, os exames de imagem são decisivos: a tomografia avalia o pulmão com alta precisão, identifica nódulos, inflamações e alterações estruturais; já a avaliação cardíaca por imagem apoia a detecção de sobrecarga, dilatações e outras causas de falta de ar.
Assim, o médico define o caminho certo com mais rapidez e segurança.
A clínica Rossetti é referência em Americana em exames de imagem.
Com uma equipe especializada, segue rigorosos padrões de segurança e conforto ao paciente.
Além disso, oferece a melhor infraestrutura, com diagnósticos rápidos e precisos, pois investe continuamente em tecnologia de ponta.
Em resumo, você não deve atribuir toda falta de ar à ansiedade, mas também não precisa tratá-la sempre como uma condição grave.
Para um diagnóstico assertivo, é preciso investigar todas as causas de desencadeia a falta de ar, ou seja, deve realizar uma investigação completa acerca de outros sintomas que possam aparecer com a falta de ar.
O transtorno de ansiedade é preciso verificar se há causas emocionais envolvidas, como episódios de estresse, bem como preocupação excessiva.
Por outro lado, para os casos de Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é acompanha de tosse com muco, ao passo que fibrose pulmonar idiopática é tem como sintoma tosse seca persistente e pontas de dedos inchadas.
A insuficiência cardíaca, além da falta de ar, fadiga e fraqueza, náuseas e falta de apetite.
Por fim, o câncer de pulmão apresenta a tosse com sangue, dor no ombro, inchaço no rosto, pescoço e
braços.
Por isso, investigue a falta de ar: ela pode ir além da ansiedade e indicar uma condição mais grave.

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