Assim como qualquer outra parte do corpo, para a saúde do cérebro é preciso de certos nutrientes para funcionar e se manter saudável, sobretudo quando para a prevenção de doenças neurodegenerativas.
A doença neurodegenerativa afeta a função e a saúde do cérebro de diversas maneiras, o que significa que nutrientes específicos são necessários para tentar reduzir seu impacto.
O cérebro necessita de nutrientes como:
Nesse artigo, abordaremos quais alimentos são essenciais para a saúde do cérebro e os exercícios físicos que ajudam na prevenção de doenças neurodegenerativas.
Primeiramente é importante lembrar, que as doenças neurodegenerativas são condições que danificam e destroem gradualmente partes do sistema nervoso e áreas do cérebro.
Desta forma, os principais tipos de doenças cerebrais neurodegenerativas são: doença de Alzheimer, esclerose múltipla, doença de Parkinson, esclerose lateral amiotrófica.
As principais causas das doenças neurodegenerativas é idade, genética e hábitos, o que inclui alimentação, uso de álcool e tabaco.
Algumas doenças neurodegenerativas podem causar inflamação de partes ou de todo o cérebro, o que afeta sua função.
Desse modo, alguns estudos tem destacado o impacto da inflamação na sobrecarga de ferro em doenças neurodegenerativas.
Incluir alimentos que tenham ácidos graxos ômega-3 pode ajudar a reduzir a inflamação do cérebro.
Alimentos com isso incluem:
Com a redução do inchaço, a comunicação neuronal pode ser melhorada e a função cognitiva geral aumentada.
As dietas inadequadas e a falta de alimentos ricos em antioxidantes podem levar ao estresse oxidativo, onde há um desequilíbrio de radicais livres e antioxidantes no corpo.
Esse desequilíbrio tem sido associado a muitas doenças neurodegenerativas.
Caso o corpo sofra de estresse oxidativo, os danos às células cerebrais causados pela doença podem acelerar.
Os principais alimentos que podem reduzir isso são:
As vitaminas B, como B6, B12, são essenciais para a função cerebral, pois auxiliam na produção de neurotransmissores e reduzem os níveis de homocisteína, que estão associados ao declínio cognitivo.
Os alimentos que ricos nesses nutrientes são:
Desse modo, eles ajudarão a diminuir os níveis de homocisteína e melhorar a função cerebral.
Outra vitamina que tem sido fortemente associada as doenças neurodegenerativas é a vitamina D.
Logo, a deficiência de vitamina D aumenta o risco de declínio cognitivo e demência.
Os alimentos que contêm vitamina D são:
A exposição à luz solar também é uma fonte na obtenção de vitamina D.
A falta de exercício físico é um fenômeno comum na sociedade moderna e se tornou um fator de risco para muitas doenças, além das doenças cardiovasculares, disfunções metabólicas, cânceres e também doenças neurodegenerativas.
Nos últimos anos, descobriu-se que o processo de envelhecimento cerebral é um dos fatores de risco para neurodegeneração.
O declínio cognitivo é frequentemente observado em populações que envelhecem rapidamente e, em muitos casos, pode progredir para comprometimento cognitivo leve ou demência com diagnóstico de doenças neurodegenerativas, como doença de Alzheimer e doença de Parkinson.
Alguns estudos indicam que a atividade física pode retardar o envelhecimento cerebral e doenças degenerativas, melhorar os processos cognitivos e a memória e até mesmo promover uma sensação de bem-estar.
Desse modo, demonstram que os efeitos protetores da atividade física atingem quase todos os órgãos e tecidos do corpo.
Alguns exercícios físicos podem melhorar a atenção, memória e são eles:
O exercício pode proteger os neurônios contra disfunções e degenerações, por isso os neurônios respondem à atividade ativando vias de sinalização.
Assim, a atividade física pode ser uma estratégia eficaz para melhorar a plasticidade, preservar a função neuronal e reduzir o risco de declínio cognitivo e demência.
Por exemplo, o treinamento aeróbico pode potencialmente retardar a progressão do comprometimento cognitivo vascular.
Além disso, com a perda de massa e função muscular, conhecida como sarcopenia, pode estar associada ao decréscimo da cognição.
Segundo pesquisa, pessoas que desenvolvem alguns tipos de demência têm uma diminuição na força muscular, principalmente nos membros inferiores.
Ademais, quem é adepto a prática de atividade física produz substâncias chamadas miocinas, capazes de atuar não só no músculo, mas em outros tecidos como o cerebral.
De acordo Organização Mundial da Saúde (OMS), a recomendação de atividade física semanal é de 150 minutos que devem ser realizados em horários de lazer.
Em suma, a atividade física é uma forte aliada a manutenção para a saúde do cérebro e do corpo,
Por tudo exposto, as doenças neurodegenerativas ocorrem sobretudo pela idade, genética e rotina, entendendo como rotina e a falta da prática de atividade física.
A incidência de doenças neurodegenerativas pode ser devida em parte à influência negativa de fatores com estresse, falta de exercício físico, obesidade, níveis elevados de colesterol, tabagismo, alcoolismo e hipertensão arterial.
Ademais, o envelhecimento e lesões cerebrais também estão associados ao surgimento das doenças neurodegenerativa
A alimentação é uma importante aliada na prevenção das doenças neurodegenerativas.
Além disso, o cérebro precisa de nutrientes específicos para se manter saudável.
Há doenças neurodegenerativas que causam inflamação do cérebro, o que por sua vez prejudica a função.
Por essa razão, há nutrientes essenciais para a combater a inflamação e vem por meio de alimentos com ômega 3, vitaminas e minerais, antioxidantes e açúcares.
Da mesma forma, uma alimentação balanceada juntamente com a prática de atividades físicas fazem com o cérebro se mantenha sempre saudável.
Por fim, a atividade física melhora a função motora e cognitiva, o fluxo sanguíneo, aumento da neuroplasticidade e redução da inflamação e do estresse oxidativo.
Portanto, ela inibe a inflamação e induz a um estado anti-inflamatório.
O exercício traz oxigenação ao cérebro que por sua vez aumenta as sinapses e diminuem a chance de desenvolver doenças (neuro)degenerativas, bem como ter mais qualidade de vida.