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Densitometria deu ‘osteopenia’: o que significa o T-score

Kelma Yaly

A osteopenia é a perda de densidade óssea, o que significa que os ossos tornam-se mais fracos, aumentando assim, o risco de fraturas.

As pessoas diagnosticadas com osteopenia possuem a probabilidade de evolução para osteoporose.

A recomendação é a realização de exame de densidade óssea após os 50 anos ou após a menopausa.

Diferença entre osteopenia e osteoporose

A osteopenia é um sinal precoce de osteoporose, visto ser a redução da densidade óssea e, se não for tratada, a osteopenia pode evoluir para osteoporose.

Principais causas da osteopenia

A osteopenia ocorre geralmente com o envelhecimento, pois há perda da densidade óssea com o avanço da idade.

Os ossos atingem a densidade máxima por volta dos 25 anos e, a partir daí, começam a se degradar mais rapidamente do que o corpo consegue regenerá-los.

Essa perda natural não causa problemas na maioria das pessoas, no entanto, se a perda de densidade óssea for excessiva, pode ocorrer osteopenia, o que aumenta a probabilidade de desenvolver osteoporose.

Osteoporose

A osteoporose é causada pela redução nos níveis do hormônio estrogênio. Com a ausência desse hormônio, o depósito de minerais e cálcio nos ossos não ocorre mais com frequência, resultando no enfraquecimento dos ossos.

Entre os fatores de risco para a osteoporose estão:

Os sintomas da osteoporose são:

  • Perda de altura
  • Mudança de postura
  • Falta de ar decorrente da diminuição da capacidade pulmonar por conta dos discos comprimidos
  • Fraturas ósseas

As fraturas ósseas, particularmente na coluna ou no quadril, são as complicações mais graves da osteoporose.

Algumas doenças podem favorecer o aparecimento, principalmente aquelas que estão relacionadas a níveis hormonais irregulares:

  • Glândulas tireoide, paratireoide ou suprarrenais hiperativas
  • Cirurgia bariátrica ou transplante de órgãos
  • Tratamento hormonal para câncer de mama ou próstata
  • Ciclo menstrual irregular
  • Doença celíaca ou doença inflamatória intestinal.
  • Doenças do sangue, como mieloma múltiplo.

Osteopenia

Fatores de risco da osteopenia

Os principais fatores de risco para o aparecimento da osteopenia são:

  • Adultos com mais de 50 anos
  • As mulheres são mais propensas a apresentar a doença
  • Mulheres após a menopausa
  • Pessoas que fumam
  • Pessoas que consomem álcool regularmente

Algumas doenças também podem favorecer o aparecimento da osteopenia:

  • Hipertireoidismo
  • Diabetes
  • Doença renal crônica
  • Desnutrição
  • Deficiência de cálcio ou vitamina D
  • Desequilíbrios hormonais
  • Anorexia e outros distúrbios alimentares
  • Doenças autoimunes que afetam os ossos (como artrite reumatoide ou defeitos no colágeno)

Assim como as doenças, alguns medicamentos também podem aumentar o risco de osteopenia e são:

  • Diuréticos
  • Corticosteroides
  • Medicamentos usados ​​para tratar convulsões
  • Terapia hormonal para o câncer
  • Anticoagulantes

Sintomas

A osteopenia geralmente não causa sintomas perceptíveis, desse modo, trata-se de uma doença silenciosa.

Diagnóstico

Para o diagnóstico de osteopenia, é necessária a realização do exame de densitometria" title="Densitometria óssea – Clínica Rossetti">densitometria óssea.

Quanto maior for o conteúdo mineral ósseo, mais densos são os ossos. E quanto mais densos forem os ossos, mais fortes eles geralmente são e menos propensos a fraturas.

Os exames de densitometria óssea diferem das cintilografias ósseas. As cintilografias ósseas requerem uma injeção prévia e são geralmente utilizadas para detectar fraturas, câncer, infecções e outras anormalidades nos ossos.

A densitometria óssea é um exame de imagem que mede a resistência dos ossos, utilizando os raios X para medir a quantidade de cálcio e outros minerais presentes nos ossos.

Após verificar alterações na densidade óssea, a orientação é o acompanhamento regular, bem como para aquelas pessoas que possuem histórico familiar.

As mulheres precisam fazer exames de densidade óssea regularmente após os 50 anos, já os homens, normalmente, precisam fazê-los após os 70 anos.

Relatório T-score

O relatório do exame apresentará o T-score onde as pontuações T mais baixas significam que há risco de desenvolver a doença ou que já pode ter a doença. Onde a interpretação direta é:

  • T-score acima de -1: Densidade óssea normal
  • T-score entre -1 e -2,5: Diagnóstico de osteopenia
  • T-score igual ou abaixo de -2,5: Este resultado significa o diagnóstico de osteoporose, indicando ossos frágeis e um risco significativamente maior de fraturas.

As pontuações T mais baixas significam que há risco de desenvolver a doença ou que já pode ter a doença.

O T-score é uma métrica estatística usada principalmente na medicina.

Ele indica o quanto a densidade mineral óssea (DMO) está acima ou abaixo da média de um adulto jovem e saudável (geralmente entre 20 e 30 anos) do mesmo sexo.

Desse modo, uma pontuação T baixa significa que há um risco maior de fraturar ou quebrar um osso.

Dependendo da pontuação, o médico pode recomendar a ingestão de mais cálcio, vitamina D e exercícios físicos na rotina.

Será preciso eliminar o tabagismo e diminuir o consumo de álcool, que também demonstraram contribuir para a saúde óssea.

Com o tratamento adequado, a saúde óssea pode melhorar. Com o fortalecimento dos ossos, eles serão mais ágeis e ativos.

Considerações finais

Em suma, a osteopenia é a perda de densidade óssea que ocorre principalmente em decorrência do envelhecimento.

Caso ela não seja tratada, a osteopenia pode evoluir para a osteoporose.

Trata-se de uma doença silenciosa, visto que não apresenta sintomas evidentes em seu estágio inicial. Nesse sentido, é fundamental estar atento aos principais fatores de risco, tais como a idade acima de 50 anos e a condição da mulher após a menopausa.

Além disso, hábitos como o tabagismo e o alcoolismo elevam consideravelmente as chances de desenvolvimento da doença.

Por essa razão, é recomendada a realização do exame de densitometria óssea, no qual o T-score apresentado no exame revelará se a densidade óssea está normal ou não.

Diante disso, tendo fatores de risco para a doença, o acompanhamento médico é essencial para eventual diagnóstico da doença, bem como manutenção dos ossos saudáveis.

Quando o assunto é a saúde dos seus ossos e a realização do exame de densitometria óssea, a precisão faz toda a diferença. A clínica Rossetti consolidou-se como a melhor clínica de imagem da região de Americana, unindo tecnologia de ponta a um atendimento humanizado.

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Publicado em: 6 de fevereiro de 2026  ·  Atualizado: 6 de fevereiro de 2026
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